Uma das maiores lendas da história do tênis mundial estará no Rio de Janeiro prestigiando o maior evento de tênis da América do Sul. Andre Agassi, ex-número 1 do mundo por 101 semanas e campeão de 8 Grand Slams, será o grande responsável pela entrega do troféu Antonio Bernardo ao campeão do Rio Open no domingo, dia 22 de fevereiro.
Já tradição no ATP 500 carioca, cada edição recebe grandes nomes do tênis nacional e mundial para honrar o campeão. Tenistas como Gustavo Kuerten, Fernando Meligeni, David Ferrer e Juan Martin Del Potro já passaram pelo palco da Quadra Guga Kuerten.
Em 2026, será a vez de um dos nomes mais reconhecíveis e icônicos da história do tênis. Dono de um estilo de jogo agressivo, aliado à personalidade cativante e roupas vibrantes que marcaram uma era da moda esportiva, Andre é sinônimo de tênis mundialmente até hoje.
O norte-americano é um dos únicos da história a conquistar o Career Golden Slam, título dado aos tenistas que venceram todos os Grand Slams e também o ouro olímpico. Além de Agassi, apenas Novak Djokovic e Rafael Nadal conseguiram o feito. Ao todo, Agassi foi campeão em 60 torneios, incluindo 8 Grand Slams, um ATP Finals, três Copa Davis e o ouro nos Jogos Olímpicos de Atlanta.
Além disso, foi um dos grandes rivais de Gustavo Kuerten. Foi justamente contra Agassi que Guga venceu a Masters Cup de Lisboa, 25 anos atrás e se tornou número um do mundo.
Arte de Marcos Chaves ilustra o cartaz do Rio Open 2026 e celebra a conexão entre tênis e a arte contemporânea brasileira
Mantendo a tradição do evento, o Rio Open reforça sua vocação de unir esporte, cultura e entretenimento em um mesmo palco ao anunciar o artista Marcos Chaves como autor da arte que ilustra o cartaz oficial da 12ª edição do evento.
A obra criada especialmente para o Rio Open 2026, intitulada “Crux”, faz parte da série Justapostos (2008–), na qual uma paisagem é dissecada em vários planos distintos enquanto as perspectivas são reestruturadas em um novo arranjo visual. Na imagem, Marcos Chaves desconstrói a quadra de saibro e a reconstrói visualmente, transformando-a em um instrumento de desorientação e redescoberta.
“‘Crux’ embaralha a quadra de saibro e a reapresenta como um instrumento de desorientação plástico-espacial. Aqui, o jogo é outro. As linhas deixam de impor limites, sempre necessários à articulação do jogo, e encontram ressonância na movimentação inerente à sua dinâmica. A linha é índice de movimento. As bolinhas, alocadas nos planos seguindo o traçado das estrelas da constelação do Cruzeiro do Sul, além de pontuarem o espaço também entrelaçam a importância do torneio na região ao conhecido histórico da constelação no auxílio às navegações, estabelecendo uma ponte simbólica entre o passado e o presente, enquanto projeta-se para o futuro”, comenta o artista.









