Quatro tenistas brigam pelo número 1 da WTA durante o US Open; veja os cenários

Aryna Sabalenka tenta manter a ponta do ranking da WTA

A chave principal feminina do US Open se inicia no próximo domingo (30). A competição promete fortes emoções, sobretudo na briga pelo número 1 do ranking da WTA. Nada menos que quatro tenistas estão no páreo pelo topo: a bielorrussa Aryna Sabalenka, a cazaque Elena Rybakina e as norte-americanas Jessica Pegula e Coco Gauff.

Campeã do US Open nas duas últimas edições e atual número 1 do mundo, Sabalenka sabe que para permanecer no topo pela 99ª semana seguida precisaria ser tricampeã e torcer para que Rybakina seja eliminada antes da semifinal. Pesa contra a bielorrusa os resultados decepcionantes nos últimos meses. O último título ocorreu há cinco meses: o WTA 1000 de Miami.

A gira preparatória para o US Open não foi como Sabalenka imaginava, com eliminações nas oitavas de final nos WTA’s 1000 de Toronto e Cincinnati.

Antes dos torneios na América do Norte, a bielorrussa havia parado nas oitavas de final de Wimbledon, semifinal do WTA 500 de Berlim, quartas de final de Roland Garros e terceira rodada do WTA 1000 de Roma.

Vice-líder no ranking da WTA, Elena Rybakina é dúvida para o último Grand Slam da temporada após abandonar as oitavas de final do WTA 1000 de Cincinatti devido à lesão. A cazaque pode até ser tornar número 1 do mundo pela primeira vez sem precisar entrar em quadra, mas precisaria torcer para que Aryna Sabalenka, Jessica Pegula e Coco Gauff não conquistarem o título.

Se estiver recuperada e decidir jogar o US Open, a vaga na semifinal já seria suficiente para Rybakina ser a número 1 do mundo, independentemente de resultados das concorrentes.

Rybakina possui resultados mais consistentes que Sabalenka nos últimos torneios. Na gira norte-americana, a tenista de 27 anos foi vice-campeã do WTA 1000 de Toronto. Ela lidera o ranking na corrida para o WTA Finals em novembro, com 307 pontos de vantagem sobre a vice-líder Sabalenka.

Terceira colocada na WTA, Jessica Pegula também almeja o inédito topo do ranking. Para isso acontecer, a estadunisense teria que faturar o seu primeiro título de Slam e torcer para que Rybakina caia antes da semifinal. A tenista de 32 anos chega ao US Open com bons resultados na gira norte-americana: vice-campeonatos do Masters 1000 de Cincinnati e WTA 500 de Washington.

Por fim, Coco Gauff, quarta colocada na WTA, também tem chances matemáticas de se tornar a nova número 1 do mundo. Isso acontecerá se for campeã, repetindo o resultado da edição 2023, além, é claro, da queda de Rybakina antes da semifinal.

Gauff chega motivada ao complexo de Flushing Meadows após conquistar no último fim de semana o título do WTA de Cincinnati. 11 dias antes, ela havia feito a semifinal do WTA 1000 de Toronto.

Crédito da foto: Divulgação/site oficial do US Open

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